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Notícias | Cultura

A doce melodia da tranquilidade

Rope Walkers

3 de abril de 2021
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São um duo formado pelo portelense Rui Ferraz (composição, piano e synths) e pela odivelense Carolina Costa (composição, voz e guitarra) e espalham magia nas canções que compõem e na melodia que os tem tornado conhecidos dentro e fora do concelho. Nasceram em 2018 e atuam ora como duo, ora em quinteto, convidando os músicos Luís Candeias (baixo elétrico), João Sousa (bateria) e Bruno Soares (guitarra elétrica) a integrarem o projeto.

Desde que se conheceram, há três anos, que as músicas “começaram a saltar como pipocas” e o êxito começa agora a recompensar o trabalho em equipa. O primeiro álbum - Unknown Path - foi lançado a 1 de fevereiro em todas as plataformas digitais de streaming - https://ffm.to/ropewalkers - e encontra-se disponível em formato físico de CD, para venda, no website www.ropewalkers.pt. Um percurso que teve estreia em 2019, com o tema “She’s Like Cocaine”, com o qual lançaram o seu primeiro videoclipe (https://youtu.be/m3mi5X4Mzho) e onde retratam temáticas como a homossexualidade, a infidelidade e a dependência emocional.

No mesmo ano, o grupo lança “Stormy Eyes”, tema com que participa no EDP Live Bands e com o qual, no ano seguinte, abre a sua primeira Live Session (https://youtu.be/fpYY06dZG58). O ano 2019 seria, aliás, inesquecível para a banda, que daria 30 concertos e chegaria às finais das edições 2020 do Festival Termómetro e do concurso de bandas Music Unlock da rádio Super Bock Super Rock, tendo sido convidada a fazer parte do cartaz no festival Super Bock Super Rock em julho de 2021.

Um ano depois, a música e videoclipe do tema “É Nada” (https://youtu.be/TeV7_Txq1Hs) seria premiada nos "Independent Shorts Awards”, em Los Angeles, na categoria de “Best Music Video” e, em fevereiro 2021 deste ano, também no IMVA - International Music Video Awards arrebataria o prémio de “Best Drama Music Video”.

Curiosamente, o primeiro concerto oficial dos Rope Walkers aconteceu precisamente em Loures, em fevereiro de 2019, numa casa de chá chamada Le Gran Gatô. “Naturalmente gostaríamos muito de tocar em Loures, nomeadamente nas festas da cidade, mas, dado o contexto atual, para já, não temos ainda nada previsto”, revela Rui Ferraz.

Os Rope Walkers definem-se como “um projeto de originais em português e inglês com influências de indie-pop-rock”, explica Rui Ferraz. “As nossas músicas acabam por ser muito autobiográficas e transparentes em relação às nossas vivências, sentimentos e emoções, que acabamos por exteriorizar em catarse musical e poética. Desde o amor, a ira, a tristeza, a confusão, a solidão, o desalento, o desejo, metamorfoseado em sons e palavras que, cremos, serão transversais e sentidos de uma forma massiva por todos”, acrescenta.

“No início de 2020, estávamos em velocidade cruzeiro e muito focados em continuar a ‘pôr lenha no forno da locomotiva’. Com o início do confinamento, deparámo-nos com a via interrompida, em trabalhos, e, de repente, vimo-nos obrigados a parar, inclusive, o processo de finalização de gravação do álbum porque não podíamos estar uns com os outros”, conta Rui Ferraz.

“Agora, estamos super embrenhados na divulgação e promoção do álbum, que passa muito pelas plataformas digitais de streaming e redes sociais, meios de comunicação e contatos de programadores. É um trabalho intenso e exigente, mas necessário para que o projeto chegue a mais público”, aponta. Talvez chegue a mais ainda nas próximas festas da cidade de Loures.

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